Relatos medicinais: José Marcelo e Rayane Ribeiro

“Meu nome é Marcelo, sou mais uma pessoa que acabou achando uma porta de escape para a dependência do crack, em melhores palavras, é mais um curado pela nova doença que surge no mundo ‘’a dependência química’’. Como na nossa geração de hoje, existem drogas em todo canto, mais fácil que comprar chiclete no buteco. Conheci o cigarro bem antes, com meus 10 anos, conheci a maconha com meus 14 anos, fumei a primeira vez mais não gostei, só voltei a fumar meses depois.

O tempo passou, aos meus 19 anos conheci o CRACK, fumei uma vez e gostei, fumei durante 7 anos, perdi tudo oque eu tinha, cheguei ao ponto de só ter um chinelo, uma bermuda e algumas camisetas, posso dizer que não foi o pior por que eu não roubava pra sustentar meu vicio. Eu era um nada, uma escória, um escravo da droga, estava já usando crack, cigarro, cachaça todos os dias e cocaína que conhecidos meus colavam pra eu cheirar. Tinha 76 quilos, cheguei a pesar 55kg.

Minha família em um certo ponto me disse que acabaria me abandonando se eu não parasse de usar ‘’pedra”, ou eu seria internado, falei no ato que eu para a clinica não iria, isso só iria acarretar uma grande fúria em mim, eu sentia e sabia o que iria acontecer , iria surtar porque a dependência química é o poço sem fim. Ainda relatei a minha vó que eu ia parar por vontade própria.

A internet foi instalada em minha casa quando morava com minha mãe e irmão, a web foi uma grande e imensa ferramenta onde eu poderia me curar pesquisando pelo computador. Mostrei a eles que a maconha era porta de saída das drogas, não porta de entrada, como eu sempre fui ensinado por eles, sempre falavam de que a era o DIABO que tinha plantada a semente aqui na terra, provei a eles a controversa disso, de que era de Deus, porque ela cura, salva e liberta. Também provei a eles que quem foi os incentivadores de eu beber cerveja, era eles mesmo quando eu era criança me oferecendo pra mim e eu bebendo na inocência.

Hoje estou liberto de todos essas drogas pesadas, 1 ano e meio sem crack e cocaína, 8 meses sem tabaco e álcool, mais o café e aspirina que também não deixam de ser drogas. Essa que esta comigo na foto se chama Rayanne, minha esposa. Quando conheci ela já reclamava muito pra mim de dores no corpo cólicas menstruais, mais o destino vem a tona mesmo, ela já usava pra aliviar estas dores, o tempo foi passando de nós juntos, um certo dia ela chegou em casa reclamando da coluna, deixamos até passar, fumava e passava, mais ela viu que não melhorava, mais sim aliviava, o tempo passou e depois de 5 meses, exames feitos e em mãos, saem os resultado de que era uma hérnia de disco e que estava a afetando muito.

Agora pergunto, oque fiz para tirar toda a dor dela nesses 5 meses ate sair o ultimo exame?? CANÁBIS  Ela tirava e aliviava todas as dores, nem um analgésico mais potentes de farmácia poderia tirar aquela dor que sentia, ficara uma certa vez 10 dias de cama com dor sem poder se levantar. Faço um ultima pergunta, porque proibir uma planta que vem da natureza, que cura, liberta e salva?” – JOSÉ MARCELO DOMINGUES e RAYANNE RIBEIRO DOS SANTOS Itararé/SP.

Esta sessão tem por objetivo divulgar os casos e depoimentos de usuários medicinais que lutam pelo direito de um tratamento mais digno e saudável. Mais informações sobre o grupo Eu Uso Maconha Medicinal podem ser encontradas clicando aqui. Legalizar a maconha é uma questão de dignidade e respeito!

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