‘Mr Nice’ Howard Marks morre aos 70 anos

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A comunidade canábica internacional perdeu uma de suas figuras mais populares e respeitadas, uma verdadeira lenda. Na noite deste domingo(10), foi anunciado que Howard Marks perdeu sua batalha contra o câncer. Ele tinha 70 anos.

Marks, o ex-traficante de hash que se tornou uma estrela internacional após a publicação de sua autobiografia, foi descrito no The Guardian por seu amigo James Brown como um “verdadeiro herói”, tendo feito muitas “coisas engraçadas, chocantes e ilegais”.

“Ele sempre sorriu”, disse Brown ao The Guardian, “ele era muito sábio, tinha uma visão forte e divertida sobre a vida, ele sempre perguntou como sua família estava. Ele foi um grande homem. Sua falta será sentida por milhares de pessoas que tiveram a honra de conhece-lo”.

Marks, um orgulhoso galês, foi educado em Oxford antes de se envolver com o tráfico de canábis em 1970 após conhecer Mohammed Durrani, um contrabandista de hash paquistanês. Após 18 anos escapando da prisão – período durante o qual ele usou muitos pseudônimos diferentes, incluindo “Mr. Nice” – ele foi finalmente capturado por autoridades norte-americanas em 1988, e foi condenado a 25 anos de prisão na penitenciária federal de Terre Haute. Ele foi solto em liberdade condicional em 1995, tendo cumprido sete anos de sua pena.

Após sua saída da prisão, um brilhante autor e contador de histórias transformou suas muitas aventuras como traficante de hash em uma autobiografia de grande sucesso , “Mr Nice”, que por sua vez se tornou um sucesso mundial dez anos atrás, até que seu bom amigo Rhys Ifans o transformou em um filme com mesmo título. Marks também teve uma aprticipação especial em “Human Traffic”, foi showman no “An Audience With Mr Nice”, teve uma gravadora, e ainda trabalhou como colunista na revista Loaded por cinco anos.

Após revelar que tinha câncer, em uma entrevista para o The Observer em janeiro do ano passado, Marks explicou que ele tinha que “chegar à um acordo com isso do meu próprio jeito – o que pra mim tinha a ver com aprender a chorar. É impossível lamentar qualquer parte que seja da minha vida, quando I me sinto feliz e estou feliz agora, então eu não tenho nenhum arrependimento e não tenho tido por muito tempo”.

Poucas pessoas – e certamente pouquíssimos criminosos – chegaram a atingir o nível de respeito e admiração que se tem por Howard Marks. Um sentimento de tristeza predomina entre aqueles que lutam a mesma luta que ele ajudou a travar tão eloquentemente, e por algum tempo assim será. Marks ele também foi altamente respeitado até por seus adversários. O jornalista Peter Hitchens, um proibicionista de longa data chamou-o de “defensor dos princípios da liberdade de expressão”, apesar de suas óbvias divergências sobre a canábis.

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Marks deixa um legado que certamente irá sobreviver por muitos e muitos anos. No entanto, apesar de todos seus sucessos pessoais, não viver para ver a realização daquela que se tornou a maior missão de sua vida: a legalização da maconha. Mas ele pode descansar em paz sabendo que através do seu trabalho, e da bondade que mostrou aos milhares que sentiam-se ansiosos para conhece-lo onde fosse, inspirou toda uma nova geração à assumir a luta. Ele pode ter perdido a batalha, mas a guerra continua, e cabe à nós ganhá-la também em seu nome.

Assista Mr Nice e conheça a história desse ícone do ativismo canábico:

Clique na imagem para assistir ao filme.

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Maconha x Quimioterapia

Health Overhaul Troubled Program

A cura do câncer pode ser plantada no seu próprio quintal, mas eles não querem que você saiba.

A cura do câncer é um dos maiores desafios que a comunidade médica enfrenta na atualidade. Todos os anos, milhões de pessoas são diagnosticadas com diferentes tipos de câncer, das quais milhares infelizmente não resistem ao fardo da doença ou aos efeitos do tratamento. No Brasil, o câncer é a segunda doença que mais mata,  ficando atrás apenas de doenças cardiovasculares.

Hoje, a quimioterapia é o principal tratamento médico para pacientes com câncer no mundo inteiro. Trata-se de um tratamento químico, muito difícil e doloroso. A quimioterapia provoca, entre outros sintomas, profundas náuseas, vômitos, mal estar, dores intensas, diarreia, infecções, hemorragias e ainda assim, não é uma garantia completa de exterminar o câncer. Na verdade, estudos vem mostrando que a quimioterapia pode na verdade, provocar novos tipos de câncer.

É irônico que a maioria dos oncologistas recusem a quimioterapia para tratar a si mesmos. Se fizer uma busca rápida no Google, entenderá rapidamente o quão agressivo e pouco efetivo é esse tipo de tratamento. Mais pacientes morrem por conta da quimioterapia do que pelo próprio câncer em si.

Isso sem contar o fato de que é um tratamento caríssimo, ao qual poucas pessoas tem acesso – só nos EUA, a indústria do câncer movimenta mais de 200 bilhões por ano. Tem muita gente que “acredita” que a medicina convencional tem todas as respostas e que médicos trabalham sempre pelo benefício do paciente. A medicina em geral (raras exceções) está bastante corrompida pelos produtores de drogas legais: a gigantesca, bilionária e poderosa indústria farmacêutica. A grande maioria dos medicamentos são desnecessários ou nocivos. A própria quimioterapia, é um dos tratamentos mais controversos e prejudiciais que existem.

Analise assim: a quimioterapia (e a radioterapia também) é um veneno tão forte que, pra destruir as células do câncer, ela destrói células saudáveis também; tão forte que faz os cabelos e dentes caírem; tão forte que causa horríveis efeitos colaterais; tão forte que mata milhares de pessoas no mundo todos os anos. Mas é óbvio que os médicos e a indústria não querem que a sociedade pense dessa forma, pois faturam bilhões com esse tipo de tratamento.

O ideal seria um tratamento natural alternativo que fosse realmente eficaz e acessível à todas as pessoas. Do tipo que pudéssemos plantar em nosso próprio quintal. Algo lhe parece familiar? Isso mesmo, estamos falando da maconha. Ela é a solução para o tratamento contra o câncer, seja como complemento da quimioterapia ou como tratamento principal. E é ai que entra o Hemp Oil (RSO), ou se preferir, o Óleo de Maconha.

Já é bem conhecido e aceito que a maconha ajuda a combater os fortes efeitos colaterais da quimioterapia. Sabemos também que nesse caso, a melhor maneira de administrar a ganja é através da vaporização, onde não ocorre combustão como no baseado. Porém com o óleo é diferente: ele pode ser utilizado tanto como tratamento complementar quanto principal. Por conta disso, o óleo ressurge no cenário médico como alternativa à nociva quimioterapia para tratar os mais diversos tipos de câncer e vem ganhando grande destaque e prestígio nos últimos anos.

Falar que maconha cura o câncer pode parecer chocante pra muita gente, principalmente no Brasil onde predomina a ignorância a respeito desse assunto. Mas o fato é que a maconha cura sim o câncer! Diversas pesquisas vem comprovando isso nos últimos anos, através de estudos em cobaias e humanos. É apenas uma questão de tempo até que a maconha substitua a venenosa quimioterapia, e passe a ser considerada o tratamento principal para pacientes que sofrem de câncer.