Legalização da maconha entra em vigor no Alasca

Erva só pode ser consumida em ambientes privados. Repórter que se demitiu ao vivo foi uma das entusiastas de campanha.

O Alasca se tornou nesta terça-feira (24) o terceiro estado norte-americano a legalizar o uso recreativo da maconha, mas os defensores da legalização não esperam a realização de grandes celebrações, visto que permanece ilegal o consumo público da droga.

Na maior cidade do estado, Anchorage, policiais estão prontos para começar a distribuir as multas de US$ 100 previstas, para garantir que o consumo permaneça sendo feito entre portas fechadas.

O Alasca se juntou aos estados de Washington e Colorado a ter o consumo de maconha legalizado.

Uma das envolvidas na campanha pela legalização foi a repórter Charlo Greene. Ela trabalhava em um canal de TV do Alasca e pediu demissão ao vivo em setembro. Na época, ela soltou um palavrão no ar, e disse que fez isso com objetivo de trazer luz ao debate em favor da legalização da maconha no estado.

Greene, que trabalhava na emissora “KTVA”, um canal filiado à “CBS”, tinha terminado de apresentar uma notícia sobre o uso de maconha medicinal em Anchorage (Alasca), quando revelou que ela mesma era a proprietária do local.

“Dedicarei todas minhas forças em lutar pela liberdade e justiça, que começa por legalizar a maconha no Alasca. Para isso, não tenho mais alternativas do que deixar o programa. Estou indo embora”, disse ao vivo a jornalista.

Em novembro, os eleitores aprovaram a legalização com 53% dos votos a favor.

A medida entrou em vigor, entretanto, apenas nesta terça. A partir de agora, os adultos que vivem no estado podem não apenas consumir e ter maconha em sua posse, mas também podem transportá-la, cultivá-la e dá-la a outras pessoas.

Uma segunda fase do processo, que criará um mercado regulado e taxado, não começará antes de 2016.

Enquanto a posse de maconha não é mais um crime no estado, consumir a droga em público renderá mula de US$ 100.

via G1

Maconha pode fazer governo devolver impostos no Colorado

Lucro com a venda da droga é tão alto que estado deve restituir contribuintes em cerca de US$ 7,63

A liberação da maconha no Colorado foi recheada de polêmicas. Visava ao aumento das receitas através da coleta de impostos para, enfim, destinar mais recursos às escolas. Mas uma lei estadual pode levar boa parte desse dinheiro arrecadado diretamente ao bolso dos moradores do estado — causando uma grande dor de cabeça para os legisladores.

A Constituição estadual impõe um teto ao montante de tributos que o Colorado pode coletar sem a necessidade de restituir os contribuintes. E isso significa que os moradores do estado poderão receber uma fatia dos US$ 50 milhões arrecadados em impostos derivados do uso recreativo da maconha no primeiro ano de legalização. A situação é tão bizarra que conseguiu colocar em comum acordo democratas e republicanos — ávidos para salvar cada centavo dos cofres públicos. O imbróglio constitucional surpreendeu e causou divergências até nas lojas que comercializam a droga.

— Não tenho problema em pagar impostos se eles forem destinados à educação — ponderou Maddy Beaumier, de 25 anos.

Mas, para o carpinteiro David Huff, de 50 anos, trata-se de uma boa notícia. Afinal, avalia, os tributos que tornam o preço da maconha 30% mais caros, dependendo da jurisdição, são altos demais.

— Não ligo se eles me derem um cheque, uma restituição através de descontos nos meus impostos ou se me derem um baseado de graça da próxima vez que eu vier. Os tributos são altos demais, eles têm que restituir — queixou-se.

O Colorado, conhecido como “Rocky Mountain” por seu solo rochoso, legalizou a maconha em 2012 e fez história no ano passado ao inaugurar lojas de venda da droga para uso recreativo — com um imposto indireto de 15% e direto de 2,9%. A legalização da droga, porém, esbarrou numa limitação fiscal. Em 1992, uma emenda estadual chamada “Nota do Direito dos Contribuintes” passou a exigir que novos impostos sejam referendados através do voto popular. E mais. Determina, ainda, que o estado devolva aos contribuintes toda a arrecadação que superar o valor de uma certa fórmula, calculada no crescimento da inflação e da população. Seis vezes na História, o Colorado já se viu forçado a devolver dinheiro a seus moradores, num total de mais de US$ 3,3 bilhões.

Democratas e republicanos acreditam não haver motivos para entregar aos contribuintes o dinheiro da venda da maconha. E estão lutando para encontrar uma maneira de reter essa renda — mesmo que seja necessário convocar o eleitorado às urnas para opinar em um referendo.

Após a legalização da maconha, em 2012, os eleitores foram às urnas outra vez no ano seguinte e aprovaram a aplicação de um imposto de 15% sobre a droga para ser destinado às escolas, além de 10% adicionais para os cofres públicos em geral. Calculava-se que essa tributação iria gerar US$70 milhões no primeiro ano. Hoje, o estado calcula que o lucro seja de cerca de U$50 milhões. Mas, como a economia americana está ganhando fôlego e outras fontes de renda crescem rapidamente, o Colorado pode ter que devolver boa parte do que arrecadou. Os números finais ainda não estão fechados, mas fontes ligadas ao governo calculam que esse montante pode chegar a US$ 30,5 milhões — o que daria cerca de US$ 7,63 para cada adulto do Colorado.

via O Globo

 

Eleições nos EUA provam que a legalização da maconha é um processo irreversível

Alaska, Oregon e Washington DC legalizaram o uso recreativo; o território de Guam se tornou o primeiro a legalizar a maconha medicinal; Nova Jersey, Novo México e Califórnia também tiveram resultados positivos rumo ao fim da guerra às drogas.

Estados norte-americanos do Oregon e do Alasca e na capital federal dos Estados Unidos decidiram, na terça-feira, legalizar o uso recreativo da maconha, em vitórias cruciais que podem dar impulso ao movimento pela legalização.

A proposta no distrito de Columbia, segundo a qual estaria permitida a posse de maconha mas não sua venda no varejo, foi aprovada com cerca de 65 por cento dos votos, mostraram resultados não oficiais.

Já as medidas no Oregon e no Alasca vão mais longe e estabelecem uma rede de lojas de maconha regulares, similares àquelas que já operam nos Estados de Colorado e Washington, após votações pela legalização realizadas em 2012.

Os referendos ocorreram em meio a uma mudança de opinião dos norte-americanos sobre a maconha nos últimos anos, o que tem dado impulso aos esforços para legalizar a cannabis, uma droga que continua ilegal sob a lei federal norte americana.

A proposta do distrito federal dos EUA tinha a aprovação prevista, mas pode ser revertida em uma revisão feita pelo Congresso dos EUA, que possui jurisdição sobre a legislação da capital do país.

A medida prevê a permissão a pessoas de ao menos 21 anos para portarem até 57 gramas de maconha e cultivarem até seis plantas.

Enquanto isso, uma proposta de emenda constitucional para tornar a Flórida o 24º Estado norte-americano, e o primeiro na região sul, a permitir o uso medicinal da maconha foi reprovada após ter recebido pouco menos dos 60 por cento dos votos necessários para a aprovação, de acordo com grupos tanto a favor como contra a medida.

Resultados oficiais indicaram que Guam se tornou o primeiro território dos EUA a aprovar a maconha medicinal, informou uma autoridade eleitoral da ilha.

via Último Instante

Cidade da Califórnia garante maconha medicinal gratuita à população de baixa renda

Uma cidade da Califórnia está oferecendo um benefício ímpar para os moradores de baixa renda: maconha gratuita.

A partir de agosto de 2015, os moradores de Berkeley que ganham menos de US$ 32 mil por ano (ou US$ 46 mil por família) e possuem uma prescrição para maconha medicinal, poderão obter a erva gratuitamente em uma das farmácias da cidade.

De acordo com a lei aprovada por unanimidade pelo conselho da cidade, os estabelecimentos terão que reservar 2% do estoque de maconha para ser distribuído para os pobres.

Uma cidade da Califórnia está oferecendo um benefício ímpar para os moradores de baixa renda: maconha gratuita.

A partir de agosto de 2015, os moradores de Berkeley que ganham menos de US$ 32 mil por ano (ou US$ 46 mil por família) e possuem uma prescrição para maconha medicinal, poderão obter a erva gratuitamente em uma das farmácias da cidade.

De acordo com a lei aprovada por unanimidade pelo conselho da cidade, os estabelecimentos terão que reservar 2% do estoque de maconha para ser distribuído para os pobres.

Todavia, nem todos estão de acordo com a medida.

“É ridículo, uma absoluta loucura”, disse o bispo Ron Allen, chefe da Coalizão Internacional da Fé, à Fox News. “Por que a Câmara Municipal de Berkeley quer manter seus indigentes chapados, na pobreza e letárgicos?”.

Os defensores da lei dizem que a maconha é reconhecida como um medicamento legal no estado da Califórnia. Portanto, os cidadãos não poderiam ser privados do benefício por falta de dinheiro.

“Basicamente, a prefeitura quer ter certeza que as pessoas de baixa renda, sem teto e indigentes tenham acesso à maconha medicinal, ao seu remédio”, disse Darryl Moore, membro da Câmara Municipal à CBS.

Apesar da controvérsia, muitas farmácias disseram que a medida não afeta muito a prática, uma vez que os estabelecimentos já reservam uma certa quantidade da erva para a distribuição gratuita.

“Fazemos isso por conta própria, mas a obrigatoriedade é bem vinda, pois obriga todos a criarem esses tipos de programas”, disse Sean Luse, diretor de operações do Berkeley Patients Group.

No entanto, ele afirma achar que destinar 1% dos estoques à distribuição gratuita seria mais adequado.

“Eu creio que poderia haver problemas se nós entregarmos mais maconha do que é legitimamente necessário, suprindo em excesso a demanda”, disse. “Vamos ver como isso se desenrola”.

via Brasil Post

 

Leis de maconha medicinal podem reduzir overdose por analgésicos, diz estudo

Estados americanos que legalizaram a droga para controlar a dor crônica têm menos mortes causadas por esses remédios.

Um novo estudo publicado nessa segunda-feira no “JAMA Internal Medicine” apontou que estados que já legalizaram a maconha para controlar a dor crônica têm significativamente menos mortes por overdoses de analgésico a cada ano nos Estados Unidos.

Os pesquisadores analisaram as leis da maconha medicinal e os atestados de óbito em todos os 50 estados entre 1999 e 2010. Durante esse tempo, apenas 13 estados tinham leis de maconha medicinal.

– Descobrimos que havia uma taxa cerca de 25% menor de mortes por overdose de analgésico de prescrição, em média, após a implementação de uma lei de maconha medicinal – disse o principal autor do estudo, Marcus Bachhuber.

Segundo o estudioso, somente em 2010 os estados com leis de maconha medicinal tinham registrado aproximadamente 1.700 menos mortes por overdose do que seria esperado com base nos números antes de tais leis serem aprovadas.

– Pode ser um desafio para as pessoas controlar a dor crônica, então eu acho que quanto mais opções tivermos, melhor – disse Bachhuber, médico do Centro Médico de Assuntos de Veteranos, que tem tratado muitos pacientes com dor crônica.

Ele adiciona, no entanto, que é importante pesar os riscos e benfícios da maconha medicinal.

EM 2011 55% DAS MORTES POR OVERDOSE ERAM DE MEDICAMENTOS

Os analgésicos opioides são uma classe de drogas que incluem analgésicos como morfina, metadona e oxicodona. De acordo com o estudo, o número de pacientes nos Estados Unidos com dor crônica que recebem prescrições para uma dessas drogas quase dobrou nos últimos 10 anos, e as taxas de overdose aumentaram dramaticamente.

As estatísticas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças este cenário é epidêmico, visto que overdose por drogas se tornaram a principal causa de morte por lesão nos Estados Unidos. Em 2011, 55% das mortes por overdose de drogas foram relacionados à prescrição de medicamentos; 75% destes analgésicos opioides envolvidos.

– O abuso de drogas de prescrição e as mortes por overdose se tornaram crises de saúde pública nacionais – disse Colleen Barry, autora sênior do estudo e professora associada da Escola de Saúde Pública John Hopkins Bloomberg. – Enquanto a nossa consciência do vício e dos riscos por overdose crescem, indivíduos com dor crônica e seus médicos podem estar optando por tratar dor inteiramente ou em parte com maconha medicinal.

Vinte e três estados e o Distrito de Columbia atualmente têm leis sobre a maconha medicinal nos livros, que se dirigem a uma gama de condições – de câncer, HIV, esclerose múltipla para glaucoma – em que a cannabis proporciona alívio. Na maioria dos estados, a dor crônica ou grave é a principal razão.

1,5 BILHÕES DE PESSOAS SOFREM DE DOR CRÔNICA

Dados da Academia Americana de Medicina de Dor (AAPM, na sigla em inglês) apontam que mais de 1,5 bilhões de pessoas no mundo sofrem de dor crônica, incluindo 100 milhões de americanos.

Lynn Webster, ex-presidente da Academia, afirmou não estar surpreso com os resultados do estudo ou que a maconha possa ser uma alternativa mais segura que os opioides para algumas pessoas.

– AAPM acredita que precisamos fazer a pesquisa sobre canabinoides para determinar sua segurança e eficácia – disse ele. – O problema com a maconha medicinal é que nunca sabemos ao usá-la que produtos químicos estão sendo ingeridos. Isso torna realmente imprevisível, mas o uso de canabinoides pode muito bem ter um lugar no tratamento da dor e outras doenças.

Os pesquisadores esclareceram que houve algumas limitações ao estudo. Por exemplo, certidões de óbito podem não classificar as mortes por overdose corretamente e analgésicos opioides reportados nesses documentos podem ser diferentes de estado para estado.

Bachhuber concluiu que mais pesquisas são necessárias antes de que qualquer recomendação possa ser feita.

– Nós não podemos conhecer diretamente o mecanismo subjacente de nossas descobertas, mas com base no que sabemos, pensamos que poderia ser devido ao tratamento mais seguro de dor crônica – disse Bachhuber. – Descobrimos que as leis da maconha medicinal podem trazer benefícios inesperados para a saúde pública. À medida que mais estados aprovam essas leis, será importante continuar a coleta de informações para ver se o que pode estar acontecendo em outros estados também.

via O Globo

 

Washington vende mais de U$ 3,8 mi no primeiro mês de legalização

potd-cannabis_2968824k

O sucesso da legalização no estado de Washington reforça o conceito de que a regulamentação da maconha é a melhor alternativa para o nosso falido sistema proibicionista.

Enquanto no Brasil o usuário de maconha é obrigado a financiar o tráfico de drogas e consequentemente todo o ciclo criminoso que ele envolve, nos estados de Washington e Colorado, nos EUA, eles tem a oportunidade de financiar grandes melhorias sociais. De acordo com dados divulgados pelo estado, as vendas no mês de Julho, primeiro mês que a legalização começou efetivamente a valer, as lojas venderam mais de U$ 3,8milhões, resultando em mais de U$ 1 milhão em impostos.

Apesar dos mais de 40 certificados emitidos, os números se baseiam em apenas 18 lojas que estavam abertas no mês passado – das quais 2 ainda precisam informar suas vendas. Vale ainda lembrar que apenas 6 dessas lojas estavam abertas no dia 1 de Juho.

“É um começo saudável, considerando que o sistema não está totalmente instalado e funcionando”, diz Brian Smith, porta-voz do Washington State Liquor Control Board, a entidade encarregada de regular a nova indústria.

Durante o primeiro mês de vendas de maconha no Colorado, o estado recolheu cerca de U$ 2 mi em impostos sobre consumo de vendas, mais de U$ 34,9 mi desde janeiro.

Como no Colorado, Washington vai taxar a maconha de duas formas: impostos sobre as vendas e impostos especiais de consumo. Os impostos especiais de consumo são pagos em três fases do processo: quando o produtor transfere a maconha para o processador, quando o processador a transfere à loja de varejo, e por fim quando o varejista vende ao consumidor final. A taxa de imposto em todos os três pontos é de 25 por cento.

Por hora, o Poder Legislativo ainda não faz planos para a receita que esta sendo gerada com a maconha legalizada, apesar de estar atento aos incríveis números que surgem a cada dia. Só começarão a contar com esse dinheiro apartir de junho de 2015. Eles já previram uma arrecadação de impostos de cerca de U$ 122 milhões em um ciclo de orçamento do estado de dois anos, mas especialistas dizem que esse numero pode aumentar.

Infelizmente aqui as coisas são bem diferentes! Qual a dificuldade em sociedade e governo perceberem a grande diferença que significa ter um sistema regulamentado e um sistema ilegal? É um absurdo que os proibicionismo continuem insistindo em uma guerra ineficaz, um sistema que mata mais que a droga que se propõe a combater.

Apesar dos recentes avanços em relação ao direito à maconha medicinal, o Brasil ainda está um pouco longe de ser um país maduro a respeito da maconha. E considerando que as eleições estão chegando, é certo que não teremos muitos avanços este ano.

 

 

Segundo pesquisa, 69% dos médicos americanos acreditam nos poderes medicinais da maconha

De acordo com uma recente pesquisa do site WebMD, 69% dos médicos nos EUA acreditam que a cannabis tenha benefícios médicos legítimos, e 56% são a favor a sua legalização para fins médicos.

“A comunidade médica está dizendo claramente que apoiam o uso de maconha como uma opção de tratamento em potencial para qualquer número de problemas médicos”, diz o editor chefe do site WebMD e médico Michael Smith. “Independentemente das restrições anteriores, a maioria dos pacientes e médicos estão vendo a maconha como fonte de benefícios reais para tratar os pacientes”.

De acordo com a pesquisa:

69% dizem que pode ajudar com certos tratamentos e condições.
67% dizem que deve ser uma opção médica para os pacientes.
56% apoia a legalização a nível nacional.
50% dos médicos em estados onde não é legal dizem que deve ser legal em seus estados.
52% dos médicos em estados que têm novas leis dizem que deve ser legal em seus estados.
A pesquisa entrevistou 1.544 médicos, e tem uma margem de erro de + / – 2,5%.

É clara a diferença na visão das pessoas de todas as áreas, tanto a população normal quanto a comunidade científica e médica.

Mas se olharmos um pouco atrás, antes de começar essa febre de legalização medicinal em diversos estados, as coisas eram muito diferentes, e tanto a comunidade normal como a científica tinha a maioria contra a legalização de qualquer forma da maconha.

Podemos afirmar que a legalização, mesmo se feita contra a vontade da maioria, como foi no Uruguai, ela trás o real conhecimento da erva, pois as pessoas que são contra, geralmente nunca sequer viram a maconha e nem sabem como é a erva, apenas ouviram as propagandas enganosas que deturpam a santa erva. A legalização trás a informação, e afasta o preconceito.